quarta-feira, 26 de novembro de 2008

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Para que serve um blog

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

25 ferramentas

25 Ferramentas que todos os profissionais de educação devem utilizar! Todas GRÁTIS!!!
Precisava de mais tempo livre para conseguir explorá-las...

25 Tools
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Uma imagem vale mais que 1000 palavras...

E-fólio A - Educação e Internet

A chave para a aprendizagem - Comunidades de aprendizagem

E-fílio A - Educação e Internet

A educação a distância é caracterizada pela distância física e temporal nas interacções entre professor e alunos.
Até há bem pouco tempo, a interacção entre alunos não era contemplada, porém, com o aparecimento da internet, a educação a distância entrou numa nova etapa, como refere Moore, a geração da internet e da Web. Assim sendo, surgiu a educação online, que trouxe uma nova dimensão à educação a distância. Nesta nova fase, os alunos começaram a interagir uns com os outros, a formar as comunidades virtuais, em que discutem entre si os mais variados conteúdos. Pode mesmo considerar-se que as discussões nas comunidades virtuais têm a mesma riqueza das que ocorrem em regime presencial. Essa discussão em torno dos conteúdos vem fomentar e promover a aquisição do conhecimento.
As comunidades de aprendizagem, em contexto educativo, formam-se com o intuito de promover o debate sobre as temáticas da aprendizagem. Fazem-se sobretudo em fóruns, forma assíncrona, e chats, forma síncrona.
Porém, surgem várias questões:
Nas comunidades de aprendizagem, as discussões em torno de determinada temática viabilizam aprendizagens producentes ou contraproducentes? Formam-se de facto conhecimentos credíveis? Por vezes as discussões em torno de determinados temas e conteúdos valem-se de opinião e interpretação pessoal de cada um sobre determinado tema. Ocorrem enganos, surgem, boatos e criam-se falsas verdades que por vezes são difíceis de desmistificar. Surge então a questão: são ou não rentáveis as comunidades de aprendizagem? Qual o papel do/a professor/a na dinamização das mesmas?
É nessa perspectiva, de criar discussões salutares e fiáveis, que o professor tem que intervir, como moderador, para auxiliar os alunos na aquisição dos conhecimentos. Assim sendo, o professor tem que estar atento, de forma pouco perceptível, quase invisível, às discussões tidas pelos alunos/as.
Woodruff (2002), refere quatro factores de coesão relativamente às comunidades, na perspectiva da aprendizagem:
. comunidade
. identidade
. participação discursiva
. valores partilhados
Estas funções são a chave mestra para a continuidade das comunidades.
A intensidade das relações e das discussões entre os membros pode ser preponderante para o sucesso do/a aluno/a. O aluno, enquanto aprendente solitário, pode ter mais dificuldades na elaboração do seu conhecimento.
Em guisa de exemplo, no semestre passado, nas várias unidades curriculares do curso de Educação, da Universidade Aberta, foi visível o decréscimo de participação nos fóruns à medida que o volume de trabalho dos/as alunos/as aumentava.

Recursos:
Wallace, R. (2003) -Aprendizagem Online na Educação Superior: uma Revisão da Investigação sobre as Interacções entre Professores e Estudantes.

O papel do aprendente na educação a distância – Modelo da Teoria da Distância Transaccional

E-fólio A - Educação e Internet

Na educação a distância, a distância não se resume apenas ao espaço e ao tempo, mas também em termos da relação do comportamento entre alunos e professor ou seja, da relação entre alunos e conteúdos, aluno e aluno e alunos e professor. Como tal, é necessário medir o envolvimento dos estudantes a distância, nos cursos que frequentavam. Associada à educação presencial, está vinculado o de distância transaccional. Este conceito surgiu na educação a distância através de Moore, em 1980.
Na educação a distância ocorre uma separação física e temporal entre aluno/a e professor/a. A forma como essa distância afecta a aprendizagem está intimamente ligada à menor ou menor distância transaccional.
A distância transaccional é constituída por três dimensões:
Dialogo
, refere-se à interacção existente entre aluno/a e professor/a, a estrutura prende-se com a forma como a estrutura do curso ou disciplina são disponibilizados ou organizados, e a autonomia do estudante, ou seja, a sua predisposição e motivação para o auto estudo e a forma como este a controla.
Em termos de dialogo, quanto mais pequena for a distância transaccional, isto é, a interacção entre o ambiente, os indivíduos e os seus comportamentos, maior será o envolvimento do estudante. Porém, o reverso ocorre quando são disponibilizados uma maior quantidade de recursos, isto é, estrutura. Neste caso, a distância transaccional aumenta pois não há necessidade de interacção para chegar ao conhecimento.
Depende do/a professor/a a gestão da distância transaccional que quer atribuir a determinado curso ou disciplina.
O/a professor/a pode:
. Ser mais ou menos presente;
. Conceber todos os conteúdos ou dar apenas tópicos de análise para que este construa sozinho o conhecimento;
. Disponibilizar ferramentas que possibilitem ao aluno estar em maior contacto e interagir com a comunidade de aprendizagem;
. Estimular a participação em discussões com os grupos;
. Disponibilizar apenas os recursos, tendo o/a aluno/a que gerir o auto-estudo.
Como refere Moore, o importante não é suprimir a distância transaccional mas em utiliza-la eficientemente em relação aos/as alunos/as, aos conteúdos e ao meio utilizado.
A melhor forma de gerir a distância transaccional é mesmo a ponderação.
Tal como na educação a presencial, o/a professor/a está perante um grupo de estudantes, constituído por indivíduos com diferentes características psicológicas, motivações, necessidades educativas e capacidade de aprendizagem. A forma de diálogo, a estrutura e a autonomia do/a aluno/a deve ser tida em conta quando se constrói um plano para determinada disciplina ou curso. É por isso necessário contemplar as diferenças, sendo necessário nunca esquecer que o/a aluno/a é o centro de todo o processo de ensino/aprendizagem.

Recursos:
Wallace, R. (2003) -Aprendizagem Online na Educação Superior: uma Revisão da Investigação sobre as Interacções entre Professores e Estudantes.

domingo, 16 de novembro de 2008

sábado, 15 de novembro de 2008

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

“É importante não confundir estudo e aprendente autónomos com deixar o estudante fazer o que lhe apetece”



“O Professor ou Tutor no EaD é gestor do processo didáctico sendo o grande responsável pela disposição do aluno querer desenvolver sua aprendizagem autónoma.” - António Silva*
A aprendizagem autónoma não pode ser confundida com aprendizagem anárquica.
Como em qualquer contexto de educação, o/a tutor/formador/professor/a tem um papel preponderante no processo de aprendizagem dos/as alunos/as ou formandos/as, assim como dos conteúdos que são propostos. É um guia no processo de aprendizagem.
Assim sendo, cabe ao professor/formador potenciar a aprendizagem. Ele/ela é moderador/a e promotor/a da aprendizagem, ou seja, orienta o formando/aluno no seu processo de aprendizagem, contemplando sempre a autonomia do pensamento do mesmo.
O ensino tradicional, em que o professor é o único detentor do saber, que nada potencia a aprendizagem, como refere um dos autores, “apenas cria máquinas de repetição”, não é, de todo, a solução. O que se quer numa sociedade democrática são seres pensantes, dotados de ferramentas que lhes possibilitem a saudável interacção em sociedade, a autonomia individual e que sejam capazes de superar as dificuldades recorrentes no dia a dia.
Como tal, a aprendizagem autónoma tem um papel importante nessa construção do pensamento, pois o individuo chega ao conhecimento pelos seus próprios meios, isto é, não se encontra num sistema de “doutrinação”, mas sim de construção autónoma do conhecimento.
Na prática, nada disso acontece. Modelos pedagógicos como o de Paulo Freire, da Escola Moderna e até mesmo da Escola da Ponte são dados como exemplo, porém, nos estabelecimentos de ensino, o modelo adoptado é sempre o da doutrinação…

Fico-me com esta frase: os/as alunos/formandos são um espelho dos/as professores/formadores que têm.

Antonio Carlos Ribeiro da Silva - Educação a distância e o seu grande desafio: o aluno como sujeito de sua própria aprendizagem, Abril/2004
http://www.abed.org.br/congresso2004/por/htm/012-TC-A2.htm

Como podem os/as formadores, ao conceber programas e conteúdos de formação, promover uma aprendizagem autónoma?

Os materiais e conteúdos que os/as formadores/as constroem devem ser dotados de estratégias que despertem o interesse pelos temas propostos, motivem para a auto-aprendizagem, para o conhecimento e sobretudo para a curiosidade pelo saber mais, tanto sobre este tema como por outros que se correlacionem.
Nos conteúdos deve estar subjacente a criação de esquemas e processos que potenciem auto-aprendizagem e conhecimento.
Penso também que é necessário, e até primordial, construir conteúdos com os quais os indivíduos se identifiquem e que, a partir daí, consigam desenvolver o seu próprio processo de auto-aprendizagem que os/as leva à construção do conhecimento. Daí advém o sucesso do/a professor/formador e do/a aluno/formando e do processo de aprendizagem.
Os conteúdos deve ser criar a necessidade de saber mais e o despertar consciências. Tal como no marketing, em que se criam necessidades de consumo, também na educação/formação, de uma forma mais assertiva, deve contemplar-se este aspecto.